A Margem da Linha estreia em nove capitais brasileiras

28 10 2009

Cores, formas, luzes, volumes, sombras, perspectivas, silhuetas… ideias.  A arte explode em todas as suas dimensões em A MARGEM DA LINHA, documentário em longa-metragem que convida o público para uma empolgante e lúdica viagem cinematográfica pelo universo da Arte Contemporânea, partindo do trabalho dos artistas Regina Silveira, Sérgio Sister e José Spaniol.


Assista o trailler

Com roteiro e direção de Gisella Callas, que tem no currículo diversos curtas e atuação como fotógrafa da revista Vogue, A MARGEM DA LINHA costura com precisão e criatividade depoimentos de artistas visuais, críticos, curadores e até um Lama Budista, além de – por que não? – profissionais ligados a Matemática, Arquitetura, Museologia e Física Quântica.  A diretora extrai desses depoimentos as mais provocativas confissões, descobertas e reflexões, entremeadas por belíssimas imagens da produção artística recente alguns dos principais nomes das artes visuais no Brasil. O filme procura desfazer clichês sobre arte moderna,  desmontar falsas leituras sobre modalidades contemporâneas das artes plásticas e aponta avanços do segmento.

“As respostas às perguntas propostas foram distribuídas pelo documentário seguindo seu conteúdo e todos os sentidos e significados que surgiram neste diálogo, construindo, assim, uma ampla rede de pensamentos que se complementam ou contrapõem abrindo várias possibilidades de percepção e entendimento”, afirma a diretora Gisella Callas.

O que é Arte? O que não é? Para que ela serve? A quem ela serve? Como ela nasce? Estas e outras perguntas NÃO serão respondidas pelo documentário A MARGEM DA LINHA, segundo a diretora. Neste filme, assim como a própria Arte, a cineasta não busca nem propõe respostas, mas inquietações.

Além de Salvador, filme teve estreia simultânea em outras oito capitais brasileiras: No Rio de Janeiro no Centro Cultural Banco do Brasil – CCBB e no Instituto Moreira Salles – IMS, em Porto Alegre no Instituto Santander, em Belo Horizonte na Usina Unibanco de Cinema, em São Paulo no Centro Cultural Banco do Brasil – CCBB, em Brasília no Cine Academia, em Curitiba na Cinemateca de Curitiba, em Florianópolis no Museu Victor Meirelles e em Recife na Fundação Joaquim Nabuco.

Documentário “A Margem da Linha”; Brasil, 2008, 96 minutos
Direção e roteiro de Gisella Callas. Produção Cinerama Filmes





Confira os destaques do último dia de festival!

22 10 2009

Cartaz do filme A Margem da Linha

Cartaz do filme A Margem da Linha

A Margem da Linha

Filme se propõe a explorar os novos paradigmas da arte contemporânea e sua relação com o espaço através da percepção do observador e de seu deslocamento para dentro da obra. Para este fim, apresenta três artistas de gerações distintas e que utilizam diferentes suportes em suas expressões artísticas.

Bate papo com a diretora Gisela Callas. Cine Vivo 1 às 20h35

Herbert de Perto

Vida de Herbert Vianna que teve um trágico acidente que matou sua mulher e o deixou paraplégico. O músico confronta-se com imagens de sua vida, desde o início de sua carreira. Cenas engraçadas e emocionantes misturam-se a registros de shows.

Direção de Pedro Bronz e Roberto Berliner. Cine Vivo 2 às 18h50

O apresentador mais famoso da TV brasileira homenageado em documentário

O apresentador mais famoso da TV brasileira homenageado em documentário

Alô Alô Terezinha

Documentário sobre o maior fenômeno da televisão brasileira, o apresentador Abelardo Barbosa, mais famoso como Chacrinha. O público assistirá ao apresentador de auditório jogando bacalhau para a platéia, soltando seus bordões, buzinando calouros ou até dando o famoso troféu abacaxi, e ainda apresentando os maiores ídolos da época como Roberto Carlos, Gilberto Gil, Wanderléia, e muitos outros.

Direção de Nelson Hoineff. Cinema do Museu às 18h25

A história de Billy Paul

Nos anos 70, o cantor soul Billy Paul atingiu o alto das paradas de sucesso com uma balada que falava de infidelidade. Encorajado por este sucesso, Billy lançou a seguir um single com uma música enraivecida e engajada que incomodou as platéias brancas. Foi um fracasso e por muito pouco não lhe custou a própria carreira.

Direção de Goran Olsson. Cinema da UFBa às 20h30





Cine Papo hoje recebe o diretor Sérgio Bianchi

13 10 2009
Sérgio Bianchi dirigiu Os Inquilinos

Sérgio Bianchi dirigiu Os Inquilinos

“A paz é uma palavra muito curta para fazer efeito. A sensaçăo de ter asas năo me agrada mais, quero rastejar”. (professora de português)

“Eu năo te conheço, você năo me conhece, o problema é o barulho.” (Valter sangrando)

“Ele estava bêbado, mordeu, arrancou um pedaço da minha canela.” (Vizinho)

“Alô. Quem morreu?” (Valter)

Esses textos aparentemente desencontrados saem do novo filme do cineasta Sérgio Bianchi – Os Inquilinos. A obra é destaque da noite de hoje no 6° Festival Internacional de Cinema de Salvador, com sessão às 20h30 na Saladearte Cine Vivo (Shopping Pase0). O polêmico Bianchi, também responsável por longas  como Cronicamente Inviável (2000) e Quanto vale ou é por quilo? (2004), considerados por muitos como indigestos, assiste à exibição junto com o público e na sequência, estará disponível para um bate-papo sobre este trabalho.

O elenco de Os Inquilinos reúne atores do circuito independente e globais: MARAT DESCARTES, ANA CARBATTI, UMBERTO MAGNANI, LENNON CAMPOS, ANDRESSA NÉRI, CÁSSIA KISS, ANA LUCIA TORRE, CAIO BLAT, LEONA CAVALLI, ZEZEH BARBOSA, SERGIO GUIZÉ, AILTON GRAÇA, SIDNEY SANTIAGO.

Para quem tem curiosidade sobre as origens deste cineasta, Sérgio Bianchi nasceu em 1945 em Ponta Grossa, no Paraná, e radicou-se em Săo Paulo em 1968. Atua no cinema desde 1972, tendo realizado os longas-metragens Maldita Coincidência (1979), Romance (1988), A Causa Secreta (1994), além dos citados acima. Uma prévia do que vem por aí você confere nessa entrevista do diretor.





Drama de personagens da classe média brasileira movimenta Praça Saens Peña

12 10 2009

JOÃO CARLOS SAMPAIO
Jornal A Tarde
12.10.2009

O ator Chico Diaz, que contracena com Maria Padilha, participa do Cine Papo hoje

O ator Chico Diaz, que contracena com Maria Padilha, participa do Cine Papo hoje

A esmagadora maioria do público que frequenta as salas de cinema do Brasil é composta por gente da classe média, mas os temas dos filmes nacionais geralmente tratam dos problemas da parcela mais desfavorecida ou de tramas escapistas. É raro ver um filme como Praça Saens Peña , que se ocupa de um núcleo familiarcomum, gente de classe média-baixa, que sobrevive com alguma dignidade e sonhos.

Depois de participar de festivais importantes no primeiro semestre, como o de Tiradentes, em Minas Gerais, e do Cine PE (Recife e Olinda), Praça Saens Peña é atração hoje na programação do 6º Festival de Cinema do Grupo SaladeArte. A sessão vai contar com a presença do jovem diretor do filme, Vinícius Reis, e dos dois protagonistas, a dupla de atores Chico Diaz e Maria Padilha.

A Praça Saens Peña citada no título é um típico reduto do bairro da Tijuca, um lugar sem empreendimentos luxuosos, com prédios antigos, ocupados pela parcela trabalhadora que batalha por uma vida melhor. A própria Tijuca, em si, é um bairro bem classe média, com seu charme particular, como ficaclaro no depoimento do bossanovista Aldir Blanc, que aparece no filme como ele próprio, divagando sobre o Rio.

Blanc é um dos entrevistados dePaulo, um professor de literatura que ganha a oportunidade deescrever um guia sobre a Tijuca.

Para ele, que leciona em escolas públicas e vivecoma corda no pescoço, este trabalho soa como a grande chance capaz de resgatar o sonho de se tornar escritor.

Isto faz com que abdique de tudo à sua volta, dedicando toda hora vaga de seu tempo a esta tarefa.

Dramaturgia Desta maneira, Paulo vê Teresa, sua mulher, se tornar cada dia mais fria e distante. Também Bel, a filha adolescente, está inconformada com a cegueira do pai por este trabalho, que reduz de maneira drásticao tempo para ela usar o único computador da família. Há um racha ameaçando a unidade aparentemente inabalável do lar, forjado em 20 anos de relacionamento.

Vinícius Reis havia conquistadoalguma projeçãocom odocumentário A Cobra Fumou (2002), sobre os ex-combatentes brasileiros na Segunda Guerra Mundial. Agora, o cineasta reaparece com uma obra simples, mas muito eficiente na narrativa, que tem dramaturgia consistente e ótimos diálogos.

Praça Saens Peña é sobre ocorrências do cotidiano, que soam grandes apenas na esfera da vida privada. Sua vocação geo-humana não apenas dá conta deum espaço, masde pessoas que estão entre a durezada favela e a pujança econômica da capital turística do Brasil.

É mérito da obra falar com propriedade dos seus personagens.

Há sinceridadeecapacidade de sintetizar dramas humanos, alcançando um grande poder de empatia e comunicação.

Onde: Saladearte Cine Vivo
Quando: Hoje, às 20h30





A Tarde destaca estreia de Canção de Baal

11 10 2009

Longa anarquista marca estreia de Helena Ignez na direção

O filme se inspira na obra do dramaturgo Bertolt Brecht e traz influências do cinema de vanguarda do diretor Rogério Sganzerla

Jornal A Tarde – 11.10.2009
JOÃO CARLOS SAMPAIO

A estreia da atriz baiana Helena Ignez como cineasta é o principal destaque de hoje na programação do 6º Festival de Cinema do Grupo SaladeArte. O filme é Canção de Baal, uma narrativa anárquica, inspirada na obra do dramaturgo alemão Bertolt Brecht, que foi premiada na última edição do Festival de Gramado, em agosto. A sessão acontece às 18h20, na SaladeArte-Cine XIV, no Pelourinho.

Cena do filme

Cena do filme

Canção de Baal mais parece teatro filmado do que cinema, mas isso não é um defeito. Pelo contrário, Helena Ignez se mostra muito à vontade na exploração de uma dramaturgia com alguns tons acima do naturalismo realista. Exibe desenvoltura também na construção de belas situações visuais, substituindo discursos de fala por elaborações visuais que estimulam os sentidos.

Opersonagem central é Baal, interpretado por Carlos Careqa, que é mais conhecido como cantor e compositor atuante na cena independente de São Paulo. No filme, ele faz um artista cortejado pelo mainstream, mas que prefere se manter outsider. Recusa planos de ascensão social e prefere se juntar a uma comunidade de ares hippies, onde celebra, com sua música e poesia, a liberdade e a anarquia.

Baal é beberrão, zombeteiro e sem pudor.Na comunidade,cercase de mulheres e amigos de copo e de ócio. Festeja a vida e se envolve em conversas e brincadeiras, que não anseiam nada de realmente sério, senão a transcendência dos limites e regras do convívio social. Na taberna ou na floresta, ele assume a sua identidade de exu, sempre provocativo e ansioso por levar o caos aonde passa.

Além de brechtiana, a narrativa criada por Helena Ignez prefere a fragmentação e a própria ausência de clareza. Numa das falas de Baal é dito que se uma história é bem compreendida é porque foi mal contada. Como seu herói, a diretora busca fazer o mesmo, estabelecer impressões e vestígios mais do que certezas e uma linearidade que possa ser resumida numa sinopse.

Vanguarda Não é errado dizer que Canção de Baal é um delírio com anseios de vanguarda ou com nítidas informações tropicalistas em sua forma de expor seus assuntos.

O filme se articula com um certo gozo pela convulsão, pela multiplicidade de conceitos, como se fosse um desordenado bloco de anotações. Na verdade, a falta de ordem é sua meta como resultado, porque o filme tem uma linha bem formada enquanto expressão.

Viúva de Rogério Sganzerla, um dos expoentes do cinema udigrudi surgido na virada para os anos 70, Helena Ignez segue firme a busca por uma arte que proponha a renovação. Tanto assim que Canção de Baal não encontra paralelo no cinema brasileiro dos dias atuais e, mesmo dando conta de um tipo de postura que era novidade nos anos 60, não soa velho. Ao revés, soa mais vivo e pulsante que boa parte da produção contemporânea.

Experimental O elenco numeroso do filme, com seus personagens-arquétipos, conta ainda com Simone Spoladore, Djin Sganzerla (filha de Helena e Rogério) e Beth Goulart, além de Felipe Kannenberg, Michele Matalon e Marcelo Lazzaratto.

Todos circundam Baal e participam de seus jogos devassos, integram aação-poesia que é a sua própria condição de existência no mundo.

Uma tentativa de classificação para este filme esbarraem sínteses imprecisas, o gênero mais próximo a esta obra é o experimental, o que também não diz muito. Musical, delirante, inconformado são adjetivos que caem bem ao rico universo que Helena Ignez propõe.

Quem não puder conferir a sessão de hoje vai ter mais duas oportunidades dentro da programação do festival, ambas na SaladeArte-Cine XIV. Na quartafeira, o filme será projetado às 16h10 e na próxima semana, na segunda, dia 19, será exibido às 20h30.





FESTIVAL: Programação 2009 divulgada!

7 10 2009

Segura, que está quente! O Circuito Saladearte tem o prazer de apresentar a programação completa do 6º Festival Internacional de Cinema de Salvador, que acontece de 9 a 22/10/2009. Confira os arquivos e programe-se para ver seus diretores preferidos e as apostas do cinema mundial.

PROGRAMAÇÃO GERAL 2009

PROGRAMAÇÃO PARALELA (mesas-redondas, Cine Papo, workshop)





Estréia do filme Gigante enriquece programação do final de semana

2 10 2009
Jara, protagonista de Gigante, disposto a vencer sua timidez por causa do amor

Jara, protagonista de Gigante, disposto a vencer sua timidez por causa do amor

O filme Gigante do diretor Adrián Biniez, uma co-produção dos países Uruguai, Argentina, Alemanha e Espanha, estréia no cinema do MAM às 21 horas e no Cinema do Museu às 16h35 a partir de sexta, dia 02 de outubro, depois de boa recepção do público na semana passada. O enredo aborda uma temática da atualidade: a dinâmica das relações pessoais em uma era de intensa comunicação virtual. Através do personagem Jara, o segurança tímido de um supermercado que se relaciona com as pessoas por meio de câmeras de monitoria, a trama traz à tona questionamentos sobre o futuro das relações humanas. E o quanto devemos quebrar barreiras para que esse elo pessoal não seja perdido. O protagonista, que pouco fala, é um exemplo disso. Ao se apaixonar pela faxineira Júlia, uma bela jovem, Jara terá que abrir mão de seu mundo solitário para conquistá-la.

Júlia, a amada do grandalhão Jara

Júlia, a amada do grandalhão Jara

 Dessa forma, o espectador vai acompanhar seus dias de trabalho na sala de segurança e os momentos em que sai para seguir a moça. É o momento em que a descontração vira coisa séria e o espectador tem a oportunidade de conhecer como vivem os protagonistas. Jará, ao mesmo tempo que tem coragem para muitas coisas, foge-lhe as forças quanto precisa enfrentar sua timidez e encarar o amor que lhe consome.

A maneira simples de relatar essa história permite que o filme possua uma beleza peculiar. Os movimentos de câmera substituem as falas e o clima silencioso e misterioso prende a atenção do espectador. Pode se considerar um filme que se ouve pelos olhos, tal qual a habilidade do diretor em produzir marcantes imagens do personagem principal e sua interação com o meio. A obra estreou em maio na cidade de Monteviéu e já recebeu o prêmio da crítica, melhor roteiro e melhor ator no 37º Festival de Cinema de Gramado, além de três prêmios no Festival de Berlim, incluindo o Grande Prêmio do Júri.





Filme A Partida é sucesso de bilheteria no Circuito Saladearte

25 09 2009
O violoncelo como elemento principal do filme A Partida

O violoncelo como elemento principal do filme A Partida

Exibido há quatro meses, o filme A Partida continua atraindo o público às salas de cinema do Circuito Saladearte. Nos últimos finais de semana, a sessão lotou no Cine Vivo, localizado no Shopping Paseo no Itaigara. Ter ganho a estatueta do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro de 2009 pode ser considerado o principal motivo da frequente procura pelo filme. Além de conhecer a intrigante história de um homem que cuida do ritual de preparação de corpos mortos para a cremação. O diretor japonês Yojiro Takita aproveita o enredo leve e ao mesmo tempo dramático para trazer à tona questionamentos sobre conflito s familiares e o desafio de se manter as tradições do Japão em pleno processo de modernização.

A trama inicia com as reflexões do protagonista Daigo Kobayashi (Masahiro Motoki), sinalizando o quanto sua vida tem se tornado entediante após a dissolução da orquestra onde atuava como violoncelista. Tendo que retornar à sua cidade natal, retoma suas atividades profissionais através de um anúncio de trabalho em que se lê “partidas”. Deduzindo se tratar de uma agência de  viagens, aceita a proposta de emprego. Mas, reluta quando descobre do que atividade realmente diz respeito: preparador de cadáveres para a cremação. À medida que o tempo passa, vai se acostumando com a idéia, mesmo sabendo que sua companheira Mika (Ryoko Hirosue) desaprova a decisão. O público vai sendo levado pela magia e mistério que acompanha o ritual japonês denominado nokanshi. Além das belas fotografia e a trilha sonora que favorecem o clima de santidade e respeito.

A cerimônia retratada no filme se configura em um ambiente repleto de simbologias que, para os ocidentais, pode se apresentar como um mundo estranho. Até porque as formas de lidar com a morte diferem nas duas partes do globo. Mas, nada que venha desapontar. Ao contrário, a reação do público foi de grande satisfação e encanto.





Saladearte apresenta confirmados no Festival

22 09 2009

A organização do 6º Festival Internacional de Cinema de Salvador divulga a primeira lista de filmes já confirmados na programação. As mostras temáticas apresentarão o trabalho de cineastas de diferentes gerações, gêneros e estilos, com destaque para novidades da produção brasileira, como o documentário baiano Tudo isto me parece um sonho, do diretor Geraldo Sarno. O Festival traz também uma prévia da Mostra Possíveis Sexualidades, Mostra Art.mov e apresenta Sessões Especiais – Coruja, Curumim e Fronteiras Braskem do Pensamento – cuja proposta vai além da exibição.

Confira abaixo quais são os filmes que já estão à caminho das telas deste 6º Festival:

MOSTRA CINEMA NACIONAL

Praça Saens Peña (Dir. Vinícius Reis)

Grão (dir. Petrus Cariry)

Canção de Baal (dir. Helena Ignez)

Um Homem Qualquer (dir. Caio Vecchio)

Siri-Ará (dir. Rosemberg Cariry)

Mistéryos (dir. Pedro Merege e Beto Carminatti)

margemdalinhaMOSTRA CINE DOC

A Margem da Linha (dir. Gisela Callas)

Corpo do Rio (dir. Izabel Jaguaribe e Olívia Guimarães)

Sentidos à Flor da Pele (dir. Evaldo Mocarzel)

Morrinho – Deus Sabe Tudo Mas Não É X9 (dir. Fábio Gavião, Markão Oliveira)

Tudo Isto Me Parece Um Sonho (dir. Geraldo Sarno)

Diário de Sintra (dir. Paula Gaitán)

Pela Vida, Pelo Tempo (dir. Wilson Freire)

À Margem do Lixo (dir. Evaldo Mocarzel)

Acácio (dir. Marília Rocha)

Só Dez Por cento é Mentira (dir. Pedro Cezar)

Crítico (dir. Kleber Mendonça Filho)

Continuação (dir. Rodrigo Pinto)

Hotxuá (dir. Letícia Sabatella e Gringo Cardia)

Forgetting Dad (Esquecido Papai) (dir. Rick Minnich, Matt Sweetwood)

Am I black Enough for You (dir. GÖRAN OLSSON)

The Queen and I (dir. Nahid Persson Sarvestani)

Empress Hotel (dir. Irving Saraf, Allie Light)

MOSTRA MUNDO

tokyoTOKYO! (dir. Michel Gondry, Leos Carax e Bong Joon-Ho)

CHE 2 – A Guerrilha (dir. Steven Soderberg)

Enquanto o sol não vem (dir. Agnès Jaoui)

Gesto Obsceno (dir. Tzahi Grad)

A Fotografia (dir. Nan Triveni Achnas)

30 Quadros por Segundo (dir. Ed Radtke)

Artemisia / Ai-tsao (dir. Chiang Hsiu-chiung ) A WEEK ALONE / Una semana solos (dir. Celina Murga)

River People / Shui shang ren jia (dir. He Jianjun )

Chaturanga (four chapters) (dir. Suman Mukhopadhyay)

Distance (DISTANZ) (dir. Norbert Kneißl) THE PARANOIDS / Los paranoicos (dir. Gabriel Medina)

SEA LEGS (dir. Craig Butta)

SESSÃO POSSIVEIS SEXUALIDADES

As Testemunhas (dir. André Téchiné)

As Filhas da Chiquita (dir. Priscilla Brasil)





Circuito Saladearte inaugura novas salas de cinema

16 09 2009

Não demorou muito para os convidados chegarem e conferirem o novo cinema no Shopping Paseo. Integrando o Circuito Saladearte, o Cine Vivo trouxe uma ótima opção de lazer para os apreciadores do cinema de arte e moradores do Itaigara. O evento de abertura das duas novas salas realizou-se no dia 02 de setembro e agradou aos que puderam conferir esse momento importante para o grupo Saladearte.

Nova sala Cine Vivo no Shopping Paseo

Nova sala Cine Vivo no Shopping Paseo

Para Sebastião Britto, sócio do Grupo Saladearte, a possibilidade de integrar uma sala de cinema de arte no shopping não vai afetar a política do circuito. “Vamos continuar oferecendo aos nossos clientes os mesmos filmes que fazem parte da programação do Circuito Saladearte”, afirma. Para André Trajano, “o modelo de cinema com uma ou duas salas em shopping é um modelo de dificil manutenção, vide a falta de investimentos nas salas do Shopping Barra e o fechamento da moderna sala que havia no Shopping Itaigara”. Ele reitera que o modelo de relacionamento do grupo Saladearte com o Shopping Paseo Itaigara, permite espaço para eventos e promoções conjuntas, além de investimentos em outras mídias e no restante do circuito. Dessa forma, conclui que “isso tudo, aliado a presença do patrocinador, enseja longa vida a essa iniciativa”.

Durante o evento, ao som de trilhas de filmes clássicos, os convidados apreciaram um delicioso coquetel e para fechar a noite, foi realizada a exibição do filme “30 quadros por segundo” do diretor nipo-americano Ed Radtke.

Espaço aconchegante para apreciar cinema de arte

Os sócios Suzana Argolo, Ana Ferreira e Marcelo Sá e a diretora regional da Vivo, Marise Galindo

Os sócios Suzana Argolo, Ana Ferreira e Marcelo Sá e a diretora regional da Vivo, Marise Galindo

“Espaço aconchegante e agradável”. Assim define a diretora do Dimas Sofia Frederico, convidada especial do evento. Desejando sucesso ao grupo Saladearte, se mostrou bastante satisfeita com a inauguração. Outro convidado que apóia a iniciativa é o jornalista e professor da Faculdade de cinema da FTC, Marcos Pierry, principalmente por apreciar ambientes que exibam filmes de arte.

Preocupado com o conforto e estética do espaço, o artista plástico e também sócio do Grupo Saladearte Marcelo Sá, acompanhou de perto a reação dos clientes e se mostrou satisfeito com o que viu e ouviu. “As pessoas gostaram, se sentiram bem, tivemos uma boa reação do público”, pontua. As duas salas são equipadas com som Dolby Digital (Rain), revestimento acústico e possuem 114 lugares e 60 lugares, respectivamente na Sala 1 e Sala 2. Os ingressos variam de R$12 a R$18.

Cine Vivo lança programação diferenciada

Mesclando diferentes eventos, a programação do Cine Vivo busca ampliar sua atuação através de mostras, cine-papos e projetos para o público infantil. Dentre as novidades, destacam-se a 1ª Semana de Arte e Moda em Salvador e Ciranda de Cinema. Este, dedicado às crianças e aquele com uma programação que integra moda e cinema, duas artes que há muito tempo andam juntas. Também serão realizadas a 2ª Mostra Possíveis Sexualidades, 2ª Mostra Ambiental de Salvador, 2ª Mostra Cine Brasil de Salvador e Mostras de curtas. Além dos cine-papos em que o público tem oportunidade de conversar com o diretor do filme, logo após sua exibição.

Novidades para clientes da Vivo

Casa cheia no dia da inauguração

Casa cheia no dia da inauguração

A parceria com a Vivo iniciou em outubro do ano passado através do V Festival Cinema de Arte de Salvador. Como patrocinadora oficial do novo espaço, pretende realizar diversos eventos, tais como o Programa Vivo Arte Movimento, projeto itinerante, em âmbito nacional, que organiza mostras competitivas, exposições, oficinas e fóruns ligados à linguagem audiovisual.

Os clientes da operadora Vivo também serão contemplados com diversas vantagens. Uma delas se refere aos clientes pós-pagos que, ao apresentarem a fatura atual, ganham 50% de desconto no ingresso de valor inteiro em qualquer dia e sessão do Cine Vivo.








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